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Fepe completa 62 anos

A Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe) comemora nessa terça-feira, 23/03, 62 anos. Muita coisa aconteceu em todos esses anos de existência. A Fepe ampliou seu atendimento educacional e de saúde para a Pessoa com Deficiência, tornando-se referência em todo o estado. Os trabalhos desenvolvidos pela Escola Ecumênica, tem sido de grande importância para os 320 alunos atendidos.

O Ambulatório de Estimulação Neurossensorial oferece atendimento clínico voltado à habilitação e reabilitação dos pacientes, graças a uma equipe de profissionais formados por Fonoaudiólogas, Psicólogas, Fisioterapeutas, Assistentes Sociais, Terapeutas Ocupacionais e Neurologista.

Na área da Triagem Neonatal foram anos de trabalho duro, pesquisa e aperfeiçoamento que deixariam os fundadores orgulhosos. Como a única instituição credenciada pela Secretária de Saúde do Estado do Paraná para realizar o Programa Nacional de Triagem Neonatal a Fepe tem garantido um trabalho de excelência no diagnóstico precoce, tratamento e acompanhamento para as doenças pesquisadas pelo Teste do Pezinho para os mais de 27 mil bebês triados todos os meses.

“É realmente uma data a ser lembrada por todos. Graças a um grupo de pessoas que queriam fazer a diferença, é que hoje estamos aqui. Desde a sua fundação a Fepe tem crescido e expandido suas atividades. É realmente muito gratificante fazer parte dessa instituição que, ano após ano, transforma a vida de milhares de pessoas”, afirma o Presidente da Diretoria Executiva da Fepe, Alexandro Luiz Barbosa.

 

O Início

 

A história da Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe) começou no dia 23 de Março de 1959, no Paço da Liberdade, antiga sede da Prefeitura Municipal de Curitiba. Em uma de suas salas, reuniram-se um grupo de pessoas que, mesmo que ainda não soubessem, davam um importante passo, não só para a história da Instituição, mas também para o cuidado e inclusão da Pessoa com Deficiência no Paraná. A Associação “A Voz do Povo” foi idealizada pelo então radialista e deputado Jorge Miguel Nassar, juntamente com um grupo composto por Léo Rebulli; Irany Fonseca; Iberê de Mattos; Doria Doriff; Augusto Veloso; Gilberto Felix da Silva; Flavio Horizonte da Costa; Rubens Hebert; Mario Martins; José Gobli; Clidorema Ferreira Seixas; Euclides Pereira; Claudino Bertonchelli; Waldemar Braga e Afonso Haluch, tendo como objetivo levar apoio e assistência social à infância, à velhice e à pobreza desamparada

O então prefeito de Curitiba, o General Iberê de Mattos, fez a doação de um terreno para a Associação “A Voz do Povo” onde foi estabelecida a sede oficial da instituição que, anos depois, continua a exercer suas atividades no mesmo local. Entretanto, foi apenas no dia 15 de janeiro de 1970, com a nova junta de diretoras, que a Associação “A Voz do Povo”, tornou-se a Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional.

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