Teste do Pezinho

Perguntas Mais Frequentes

É pelo Teste do Pezinho que se pode detectar algumas doenças antes da sua manifestação clínica, possibilitando o tratamento preventivo.

Se o resultado do exame está alterado, é muito importante seguir as recomendações do laboratório para que a suspeita de doença possa ser confirmada ou afastada por meio da repetição do exame.

Além deste fato, algumas substâncias presentes no organismo se elevam de forma transitória (temporária) no sangue do bebê e podem, às vezes, interferir no resultado. Por essa razão a repetição do teste se faz necessária em alguns casos.

Outro fator que motiva a repetição dos exames é a qualidade da coleta do sangue no papel filtro. Se a coleta do sangue não foi realizada adequadamente, o exame de laboratório fica prejudicado e outra coleta é solicitada.

A repetição do Teste do Pezinho pode ser realizada na Unidade de Saúde próxima da casa da mãe do bebê.

Não. O Teste do Pezinho não pesquisa a Síndrome de Down

O Teste do Suor necessita ser realizado para confirmar ou afastar a suspeita da doença, ou seja, quando o resultado de IRT (Fibrose Cística) no Teste do Pezinho está repetidamente alterado. Esse teste, quando necessário, é solicitado pelo Serviço Social da FEPE.

O Teste do Pezinho deve, obrigatoriamente, ser realizado na primeira semana de vida do recém- nascido. O atraso pode ser prejudicial à criança. Se não o fez, procure uma Unidade de Saúde próxima da sua residência o mais breve possível.

O resultado do teste é enviado diariamente para o Hospital ou Unidade de Saúde onde foi realizada a coleta do sangue do bebê.

Ele também pode ser retirado pela internet. Para isso acesse a página da FEPE e siga as instruções. O resultado fica disponível no site por aproximadamente 90 (noventa) dias da data de coleta.

Se os pais preferem fazer a repetição em outro laboratório é importante enviar (por fax ou por e-mail) o resultado à FEPE para ser registrado que a repetição foi concluída. É recomendável que o resultado do exame da repetição seja entregue ao médico da criança.

Nestes casos não há necessidade de apresentar comprovante. Qualquer dúvida, a Unidade de Saúde ou Hospital entrará em contato com a FEPE.

A dosagem de IRT para Fibrose Cística não tem validade quando a coleta é realizada após 30 (trinta) dias de vida, pois o resultado pode ser falso normal. Em caso de suspeita de Fibrose Cística, consulte seu médico.

Frente a suspeita clínica de Fibrose Cística, o médico pode solicitar o Teste do Suor. O teste é gratuito se a criança tiver idade inferior a 02 (dois) anos de vida.

Sim. Quando no exame do bebê é encontrada uma concentração elevada de hemoglobina de adulto (AA), há sempre a possibilidade de que tenha ocorrido transfusão. Esse fato pode alterar a pesquisa não só das Hemoglobinopatias, como das outras doenças do Teste do Pezinho.

É geralmente após 90 dias da transfusão que o sangue do bebê não tem mais a interferência do sangue do doador nos resultados laboratoriais para pesquisa das Hemoglobinopatias. Antes desta data pode haver amostra residual de sangue recebido e assim interferir em alguns resultados de exame.

Não. O Teste do Pezinho não pesquisa o tipo sanguíneo do bebê.

Não. No teste do pezinho não é realizada a pesquisa do DNA.

Os resultados são emitidos diariamente pela FEPE e enviados via correio para as unidades coletoras. Podem ser retirados após 15 dias da data de coleta, onde foi realizado o exame. Também é disponibilizado no site da FEPE (www.fepe.org.br) por aproximadamente 90 dias.

Quando é feita a coleta do exame, a unidade coletora entrega o informativo aos pais (amarelo) para a retirada do resultado pela internet. Com este informativo em mãos, siga as etapas seguintes:

1) Na página inicial do site da FEPE, preencha os campos existentes no ícone Resultado Teste do Pezinho:

a) DNV (Declaração de Nascido Vivo): é fornecida pela unidade coletora e está localizada na parte superior, lado esquerdo do informativo aos pais. Preencher somente os números. Este número também consta na Carteira de Vacina da Criança ou na Certidão de Nascimento. Se não localizar o número da DNV, colocar somente o número 0 (zero);

b) SENHA: a senha está localizada no Informativo aos Pais, parte superior, lado direito. Preencher somente os números;

c) NASCIMENTO: colocar a data de nascimento da criança (dois dígitos para o dia, dois dígitos para o mês e quatro dígitos para o ano). Não colocar barras, pois elas surgem automaticamente;

d) Clique em resultado para visualizar o laudo

e) O laudo visualizado fica disponível na internet por aproximadamente 90 dias, deve ser impresso ou salvo em arquivo de sua preferência.

A FEPE envia diariamente os resultados dos exames para os hospitais e as unidades de saúde onde foram realizadas as coletas. Esses locais são responsáveis pela entrega do laudo a partir de 15 dias da data da coleta.

Os Hospitais ou Unidades de Saúde são responsáveis pela guarda dos resultados enviados pela FEPE. Os pais também são responsáveis em retirar o resultado no tempo recomendado (15 dias após a data de coleta).

O teste deve ser realizado após às primeiras 48h até o 5º dia de vida do recém-nascido. Quanto antes melhor, para que, se o diagnóstico der positivo, o bebê possa ser encaminhado para tratamento rápido e efetivo, evitando assim a manifestação da doença.

Sim, contudo o profissional que realizou a coleta deverá orientar a mãe de que é necessário que uma nova coleta seja realizada até o 5º dia de vida de bebê. No caso da criança nascer prematura ou com peso extremamente baixo (menor que 1500g) consulte o Esquema de Coleta disponível em:

https://www.fepe.org.br/teste-do-pezinho-pr/materiais-para-download/

Sim, no caso dos bebês que nascem prematuros ou extremo baixo peso (menor que 1500g) a segunda coleta deverá ser realizada, visto que, alguns resultados podem apresentar-se como falso normais. Em caso de dúvida Consulte o Esquema de Coleta disponível em:

https://www.fepe.org.br/teste-do-pezinho-pr/materiais-para-download/

Sim! Infelizmente existem casos em que o Teste não foi realizado. Contudo, se houver suspeita de alguma doença genética o profissional médico poderá solicitar a realização do teste. A coleta em crianças com idade avançada pode ser feita por punção digital.

Entretanto, se a criança for pequena, possuindo dedos muito pequenos e finos, não é recomendado o uso da lanceta (utilizado no Teste do Pezinho) pois a mesma pode atingir o osso causando uma lesão. A coleta também poderá ser feita por punção venosa ou arterial periférica com o uso do dispositivo adequado de no máximo 1ml de sangue sem anticoagulante que deverá ser gotejado em papel filtro.

De preferência sim! Para que uma nova coleta de sangue seja realizada todas as bolinhas deverão ser preenchidas. Lembrando que não há problema se o sangue sair do círculo, pois o mesmo serve apenas para orientar a quantidade mínima recomenda. Quanto mais amostra de sangue tivermos, melhor, pois aumenta as chances de que todos os exames sejam realizados com maior eficiência e tranquilidade.

De preferência na Unidade de Saúde mais próxima ou onde a primeira coleta foi realizada. No caso de Santa Catarina, a recoleta deve ser feita nas UBS.

Não, o tipo sanguíneo é outro teste. Também não deve ser confundido com a impressão plantar (carimbo do pezinho do bebê) esse NÃO é o Teste do Pezinho.

Ver as orientações de como acessar o resultado do teste. Se ainda não conseguir entre em contato conosco por meio do telefone (41) 3111-1836 ou pelo e-mail: secretaria@fepe.org.br.

Tenha em mãos a senha do resultado para agilizar o contato. No caso de e-mail informe o nome da Mãe do bebê, data de nascimento e a senha que pode ser encontrada no Informativo aos Pais, entregue no momento da coleta.

O resultado do teste fica disponível no site da FEPE por 90 dias. Entretanto, a equipe do Serviço de Triagem Neonatal orienta que os pais retirem o resultado o quanto antes, pois tratam-se de doenças graves que, se diagnosticadas e tratadas já nos primeiros dias de vida do bebê, melhoram a qualidade de vida da criança.

O resultado do teste é a única garantia de que a amostra de sangue coletada nas maternidades chegou ao laboratório da instituição e foi analisada. Também existem informações importantes no laudo (resultado) que devem ser entregues ao pediatras da criança.